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Crônico sem contato. Alta sem acompanhamento. Isso é sinistralidade que sobe sem aviso.

Cada reinternação evitável é custo que não devia estar na conta. A ClarIA mostra onde o beneficiário parou e mantém a jornada assistencial em andamento.

LGPD nativo
Integração nativa Bionexo Tasy
Zero mudança na rotina da rede
81,7%
foi a sinistralidade média das operadoras de saúde no Brasil em 2025
12,7%
da receita das operadoras vira desperdício clínico e fraude, cerca de R$34 bi
50%
é a adesão média a tratamentos crônicos no Brasil, ou seja, metade não segue
8,79%
dos beneficiários internados voltam ao hospital em até 30 dias na saúde suplementar
Jornada do beneficiário

Quatro pontos onde a sinistralidade sobe sem aviso

Entre a autorização e o retorno à rotina, o beneficiário passa por etapas que hoje ninguém acompanha de perto. A ClarIA mostra pra gestão onde cada beneficiário está e mantém a jornada em andamento, sem depender de call center.

1
Autorização do atendimento
Beneficiário entra na rede. É aqui que a jornada assistencial começa a poder sair do controle.
ClarIA já está presente
2
Acompanhamento na rede
Beneficiário segue o tratamento sozinho entre consultas, sem ninguém checando se está indo bem.
Check-in periódico
3
Alta e transição de cuidado
Sem acompanhamento pós-alta, o beneficiário pode voltar a internar semanas depois, por algo evitável.
Monitoramento pós-alta
4
Gestão crônica continuada
Beneficiário crônico some do radar. Se descompensar, o próximo contato costuma ser uma emergência.
Acompanhamento contínuo

O custo não aparece na autorização. Aparece na reinternação.

O beneficiário sai da consulta ou da alta e ninguém olha mais pra ele até o próximo evento, se ele avisar a tempo. É nesse intervalo que a sinistralidade evitável se acumula, e a gestão só descobre no fechamento do mês.

Reinternação que ninguém viu vir

Beneficiário recebe alta sem ninguém acompanhar os dias seguintes, e volta a internar por algo que dava pra evitar com um check-in a tempo.

Crônico que sai do controle

O beneficiário some do acompanhamento entre consultas, a doença descompensa, e o próximo contato com o sistema é uma emergência bem mais cara.

Central lotada de dúvida repetida

Beneficiário liga porque não sabe se deve voltar ou quando repetir o exame. Isso não aparece na sinistralidade, mas consome estrutura todo santo dia.

Alguém fica de olho no beneficiário. Só que não é gente.

A rede assistencial não muda nada na rotina. A ClarIA trabalha em cima do que já está registrado no Tasy.

01

Lê o histórico e identifica o risco

Assim que a alta ou o diagnóstico entram no Tasy, a ClarIA já sabe se o beneficiário é crônico, pós-alta ou de risco elevado de reinternação. Ninguém digita nada a mais.

Integração nativa Tasy
02

Mantém contato ativo entre atendimentos

Check-in de sintoma, lembrete de exame, confirmação de retorno. Tudo ajustado ao risco de cada beneficiário, e a rede só entra se precisar.

Contato automático, sem esforço da rede
03

Alerta a rede em caso de sinal de descompensação

Se o beneficiário relatar piora, sintoma de alerta ou abandono de tratamento, a equipe assistencial é avisada na hora, com a conversa toda registrada.

Histórico completo · LGPD nativo

Reduz sinistralidade evitável. Não vira mais um sistema.

Não é um programa de gestão de crônicos genérico adaptado para operadora. É uma solução construída para o contexto clínico, legal e tecnológico do Brasil.

Visão de risco em tempo real, não relatório de 30 dias depois

A gestão vê quem está em dia, atrasado ou em risco de reinternação. Indicador pronto, sem esperar o fechamento do mês.

Sem trabalho manual pra gestão

Integração nativa com a rede assistencial

A ClarIA lê o histórico da rede pelo Bionexo Tasy e age a partir dele. Zero sistema novo para a gestão de sinistros aprender.

Líder de mercado · KLAS 2025

LGPD nativo em dado de sinistro

Consentimento do beneficiário registrado, base legal clara e criptografia ponta a ponta, do primeiro contato ao desfecho clínico.

Conformidade ANPD · CFM

Zero mudança na rotina da rede credenciada

O médico da rede registra como sempre fez. A ClarIA cuida do acompanhamento entre atendimentos, sozinha.

Implementação em dias, não meses

O que diretores de operadoras
perguntam antes de decidir

A sinistralidade média das operadoras brasileiras foi de 81,7% em 2025, e boa parte da conta vem de reinternação evitável e crônico descompensado que ninguém viu chegar. A ClarIA ataca esse vazamento direto: no diagnóstico de 20 minutos você sai com a estimativa de custo assistencial evitável na sua carteira, e o piloto mostra o resultado com os seus dados antes de qualquer decisão maior.
Não. O médico da rede continua registrando exatamente como sempre fez. A ClarIA lê esse registro e assume o acompanhamento entre atendimentos, sem checklist novo, sem sistema paralelo, sem treinamento de equipe. É sinistralidade evitada sem pedir nada a mais de quem já está sobrecarregado.
Não. A ClarIA não é um chatbot nem uma nova central de atendimento. Ela age sozinha, no ritmo de cada beneficiário, e só aciona a equipe quando algo realmente precisa de decisão humana. Para a gestão, o que sobra é visão: onde cada beneficiário está na jornada, sem precisar caçar essa informação em planilha.
A ClarIA não toma decisão clínica, ela reduz o tempo até a decisão chegar a quem pode tomá-la. Piora de sintoma, abandono de tratamento ou sinal de alerta relatado pelo beneficiário geram notificação imediata para a equipe responsável, com o histórico completo da conversa. O julgamento clínico continua 100% da rede assistencial, só que sem depender do beneficiário ligar, esperar ou desistir de avisar.
Operação 100% brasileira, base legal do art. 11 (dado de saúde), consentimento explícito do beneficiário registrado, criptografia ponta a ponta e log de auditoria completo. Na prática, isso dá mais governança sobre o dado assistencial do que boa parte dos canais informais que a operadora usa hoje.
A taxa de reinternação em até 30 dias na saúde suplementar brasileira é de 8,79%, e parte relevante é evitável com acompanhamento pós-alta. A ClarIA mantém contato ativo logo depois da alta, monitorando sintoma, adesão à medicação e sinal de piora, e aciona a rede antes de o beneficiário precisar voltar ao pronto-socorro.
Metade dos pacientes com doença crônica no Brasil não segue o tratamento como deveria, e a descompensação só aparece quando já virou emergência. A ClarIA mantém o contato ativo entre consultas, com check-in adaptado à condição de cada beneficiário, para que o sinal de alerta chegue à rede antes da internação, não depois.
Integração nativa com o Bionexo Tasy, líder de mercado no setor privado brasileiro (KLAS 2025), sem entrada manual de dado. Para começar, um piloto num recorte da carteira já valida o resultado com dados reais da operação. O TI entra depois, com evidência na mão, o que acelera a aprovação interna em vez de travar o projeto na fila de implementação.
O problema já foi validado por vocês, faltou constância. Programa de gestão de crônico tradicional depende de ligação humana, que não escala e cai de ritmo com o tempo. A ClarIA mantém o contato ativo todos os dias, automaticamente, sem depender de escala de call center, não é template.

Planejamento estratégico

Comece pela prova, não pela aposta.

No diagnóstico de 20 minutos, você sai com uma estimativa real de sinistralidade evitável na sua carteira de beneficiários. Se fizer sentido, o próximo passo é uma PoC validada com os seus dados antes de qualquer decisão maior.

Sem compromisso · Diagnóstico de 20 min · PoC antes de qualquer decisão maior